OLHO POR OLHO

A cada dia vemos nos noticiários, ou somos vítimas ou autores, sobre todo tipo de VIOLÊNCIA, física, moral, psicológica, econômica, de gênero, de raça, religiosa, política, Se olharmos o passado da humanidade, percebemos que a violência faz parte da cultura, até mesmo geneticamente. Podemos afirmar que o ser humano é violento,

Mas ele também é racional e logo percebeu que esse tipo de comportamento era prejudicial ao indivíduo, ao grupo, à espécie e criou mecanismos para coibir esse comportamento violento, através da educação e da religião que buscavam compreender a vida, e da justiça que reproduzia na lei e na punição o mesmo grau de violência.

Essas mesmas práticas e comportamentos subsistem através da história até os dias de hoje, com alguns novos componentes, a educação e a religião não conseguiram modificar essa condição muitas vezes sucumbiram a ela. Da mesma forma a Justiça, longe de coibir a violência, a perpetua em suas punições e métodos.

Apesar da perfeição da criação, o ser humano teve um processo evolutivo assimétrico, dissonante, desarmônico, o que não garantiu condições de êxito no processo educativo, laico ou místico. Podemos citar alguns pontos desse processo, A evolução do cérebro humano levou milhões de anos até que se tornasse apta a receber os espíritos vindos de outros planetas; outros tantos milhares de anos para que atingisse a racionalidade e somente em nossa era começam as transformações genéticas que impulsionam ao acesso à espiritualidade.

A diversidade de raças humanoides, o intenso intercambio entre elas, aliada à diversidade de espíritos que encarnaram nas primeiras espécies humanoides fez com que a humanidade como um todo tivesse momentos evolutivos diferentes, como foram as civilizações atlantes, egípcias, astecas, chinesa, hindu, todas convivendo com raças mais próximas aos antropoides. Essas muitas diferenças se ampliaram com o surgimento das culturas, que enraizaram nas mentes padrões preconceituosos eivados de conhecimentos fracionados, mal interpretados.

Os vícios morais que vieram com os espíritos aqui chegado para um processo de reforma íntima, misturaram-se com a barbárie natural dos antropoides, que lutavam pela sobrevivência da espécie. Veio a violência passional, a política e assim sucessivamente, até chegarmos aos dias atuais com uma infinidade de motivações, espúrias, para a violência.

As religiões, apesar do aumento do número delas, mostra-se incapaz de coibir. O Estado, quando não esta diretamente envolvido como autor ou vetor é absolutamente incapaz. Os meios de comunicação, sob pretexto de denunciar, servem como exemplo multiplicador da VIOLÊNCIA.

O capitalismo estimulando a competitividade, o sistema educativo eliminando cada vez mais os estudos humanísticos e filosóficos e assim a humanidade foi perdendo o pouco de humanismo deixado pelos avatares como Buda , Cristo, pelos filósofos da antiguidade em todo planeta.

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